O tribunal de Milão, em Itália, condenou, esta quinta-feira, Robinho, antigo jogador do AC Milan, a nove anos de prisão pelo crime de violação de grupo a uma rapariga albanesa ocorrido numa discoteca em janeiro de 2013.

O crime de violência terá sido consumado por Robinho, numa altura em que o agora avançado de 33 anos que atua no Atlético de Mineiro, disputava a sua terceira temporada ao serviço do emblema rossoneri.

Robinho já tinha sido acusado de um crime semelhante, em 2009, numa altura em que representou o City. Chegou a ser detido por violação.

De acordo com o 'Corriere dello Sport', Robinho terá conhecido a jovem em janeiro de 2013 durante um jantar em Milão, numa altura em que o avançado se encontrava com a esposa. O crime terá ocorrido nessa noite. A denúncia terá só sido feita alguns meses mais tarde. O jogador foi chamado para prestar esclarecimentos e o Ministério Público italiano chegou a pedir prisão para o dianteiro, na altura, mas a Juíza Alessandra Simion acabou por rejeitar esse pedido, alegando que não havia o risco de reincidência ou destruição de provas.

Ainda no dia de ontem, Robinho emitiu um vídeo em que se manifestava revoltado e refutava todas as acusações.

"Venho pronunciar-me pela primeira e última vez sobre o assunto. Por respeito à minha família e a todas as pessoas que gostam de mim. Hoje acordei com uma notícia muito triste e mentirosa, que me deixou profundamente revoltado. Quero agradecer aos torcedores de todos os lugares que me mandaram mensagens carinhosas e, em especial, aos torcedores do Santos. Mesmo essa notícia mentirosa não me vai tirar o meu foco no Santos", pode ler-se.

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