Os adeptos do Santos e admiradores do antigo futebolista começaram a entrar no estádio pouco depois das 10:00 (13:00 em Lisboa) para terem acesso ao relvado, onde estão montadas duas estruturas, uma para receber familiares, amigos e onde está o caixão aberto de Pelé, que foi embalsamado, e outra para receber autoridades.

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Os adeptos poderão passar e ver Pelé para uma breve despedida, existindo a recomendação para que se evitem as fotografias.

Parte das cadeiras do estádio estão cobertas com bandeiras com imagens do ex-futebolista, com frases como “viva o rei”, “camisa 10 do Santos” ou “único para sempre”.

Na porta do estádio, algumas pessoas afirmaram que aguardavam desde o domingo de manhã para dizer adeus à lenda brasileira, cuja morte comoveu o mundo.

Pelé morreu na quinta-feira, aos 82 anos, no hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, na sequência da “falência de múltiplos órgãos, resultado da progressão do cancro do cólon associado à sua condição clínica prévia”, segundo aquele estabelecimento hospitalar, em comunicado.

Pelé estava internado desde o dia 29 de novembro no naquele hospital para tratamento de quimioterapia a um tumor no cólon e tratamento de infeção respiratória, e o seu estado de saúde agravou-se.

Pelé, nascido a 23 de outubro de 1940 na cidade Três Corações, em Minas Gerais, foi o único futebolista três vezes campeão do mundo, em 1958, 1962 e 1970, marcou 77 golos nas 92 internacionalizações pela seleção brasileira e jogou pelo clube brasileiro Santos e pelo Cosmos, dos Estados Unidos.

Foi ainda ministro do Desporto no governo de Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 1998, e eleito o desportista do século pelo Comité Olímpico internacional (1999) e futebolista do século pela FIFA (2000).

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