Em entrevista ao jornal Bild, publicada hoje, Hoeness, de regresso à presidência do Bayern depois de cumprir 21 meses de prisão, por evasão fiscal, admitiu que “estava enganado” quando há alguns anos pensou que não era possível atingir esses valores.

“Se o Bayern jogar com o Borussia de Dortmund e, de cada lado, está um jogador chinês, e um adepto chinês, que acompanha o jogo pela internet, paga, por esse serviço, um euro, temos uma nova situação: um encaixe de cerca de 300 milhões de euros num dia”, explicou Hoeness.

Sobre a atual campanha do Bayern de Munique, que se ‘colou’ no sábado ao Leipzig, a surpresa do campeonato, na liderança da liga alemã, o líder do clube bávaro considerou o treinador da equipa, o italiano Carlo Ancelotti, “um homem simpático e uma pessoa fantástica”.

No entanto, Hoeness admitiu ficar magoado com as comparações com o antigo técnico, o espanhol Pep Guardiola, agora no Manchester City, e que apresentem Ancelotti como “anti-Pep”, pelas diferenças nos métodos de treino.

“Sou muito amigo de Pep [Guardiola] e imagino que também serei grande amigo de Ancelotti. Não se podem tirar conclusões em tão pouco tem pouco tempo, mas sim no final”, considerou.

Sobre a renovação com Robert Lewandowski, cujo empresário revelou recentemente que o avançado polaco está prestes a renovar contrato até 2021, Hoeness lembrou que o atual vínculo termina em 2019, mas admitiu que as negociações “estão avançadas”.

Hoeness também se mostrou otimista relativamente à continuidade do holandês Arjen Robben, que termina contrato no final desta época, e do francês Frank Ribery, prestes a renovar até junho de 2018.

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