Numa carta enviada pelo presidente boavisteiro, Álvaro Braga Júnior, ao ministro Rui Pereira, os "axadrezados" enumeram várias falhas por parte dos militares da GNR, num encontro disputado em 14 de Março e que terminou em tumulto, com vários feridos e alguns detidos.

O responsável do Boavista acusa a GNR de uma "gritante incapacidade em preparar o jogo", no sentido de "prever, enquadrar e proteger os adeptos da Boavista SAD", classificando o seu comportamento de "totalmente passivo".

Álvaro Braga Júnior sublinha ainda que "a força da GNR" passou depois "do oito ao oitenta, batendo a torto e a direito, não poupando mulheres, pessoas de idade e jovens que vão ao futebol" e acrescenta terem sido efectuadas ameaças por parte de alguns elementos da força de segurança para futuros encontros da equipa portuense, numa missiva datada de 25 de Março.

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