O presidente do CD Trofense, Rui Silva, anunciou hoje em comunicado que decidiu deixar o cargo, devido à falta de garantias financeiras para a próxima época na Liga de Honra de futebol.

A decisão de Rui Silva, cujo mandato cessou em Maio, decorre do facto de a banca não ter aprovado uma operação para trocar um aval pessoal de 2,5 milhões de euros por uma garantia patrimonial do clube.

Os bancos «não concordaram com a substituição de responsabilidades do empréstimo contraído em 2008», afirmou Rui Silva na nota publicada no sítio oficial do clube na Internet. «Tal decisão inviabiliza todas as possibilidades de continuar como presidente da direcção do CD Trofense. Mas mesmo fora da direcção, continuarei a assumir todas as minhas responsabilidades pessoais», afirmou.

Para quarta-feira, está agendada uma Assembleia Geral (AG) que tem como ponto único a discussão de um pedido de oneração de património – proposta avançada na AG de 13 de Junho -, mas, perante a inviabilização da operação, é provável que a discussão se centre na sucessão de Rui Silva.

«A direcção que eu tive a honra de presidir terminou oficialmente o seu mandato em Maio passado. Desde essa data e perante o meu propósito de não renovar o mandato, fiz contactos com diversos sócios do clube para encontrar uma solução para dirigir os destinos do Trofense no futuro imediato, evitando um vazio directivo. Não obtive qualquer sucesso», lê-se no comunicado.

O cenário de vazio directivo está, ao que tudo indica fora de questão, uma vez que na última AG o presidente da mesa, Armando Dias, adiantou estar disposto a encabeçar uma comissão administrativa provisória.

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