Esta quinta-feira, 15 jogadoras espanholas anunciaram que não voltam a jogar pela seleção principal feminina de futebol do seu país enquanto Jorge Vilda se mantiver como selecionador.

A polémica estalou em agosto, quando o 'El Confidencial' revelou que as três capitãs do Barcelona, entre as quais Alexia Putellas, eleita melhor jogadora do mundo, pediram a demissão de Vilda, questionando os fracos desempenhos da Espanha, que se ficou pelos quartos de final do último Europeu feminino, últimas provas), e as convocatórias do selecionador

Segudo avança o jornal 'AS', porém, nenhuma dessas três jogadoras que pediram inicialmente a demissão estão no lote das 15 que agora terão dado comunicado à federação a intenção de não voltarem a jogar pela seleção enquanto Vilda não sair.

Ainda de acordo com a mesma publicação, as jogadoras pensaram em recusar a convocatória alegando lesões, mas acabaram por informar diretamente o presidente da federação, Luis Rubiales, da sua intenção. Este, porém, não estará disposto a ceder.

"A RFEF não vai permitir que as jogadoras continuem a questionar a manutenção do selecionador nacional e respetivo staff, pois tal não faz parte das suas competências", pode ler-se num comunicado emitido pela Real Federação Espanhola de Futebol nos seus canais oficiais.

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