Os constrangimentos vividos pelo Bravos do Maquis para a preparação da pré-época competitiva, decorrida na cidade do Lobito (Benguela) foram as causas do fracasso na I volta do Girabola2015.

Estas foram as justificações dadas em Kuanda, esta segunda-feira, no Luena, pelo diretor para o futebol do clube, Paulo Tomás.

A equipa do Maquis realizou o estágio de preparação ao Girabola2015 na cidade de Benguela em detrimento de Portugal, como inicialmente marcado, por falta de verbas, causando problemas de programação.

Em Benguela, segundo Paulo Tomás, a maior parte dos jogos de preparação que a equipa fez, foram com as formações do campeonato amador, Girabairro, sem competitividade, facto que levou o Maquis a ganhar ritmo e traquejo competitivo na quinta e sexta ronda do Girabola2015.

Em 15 jogos, o FC Bravos do Maquis conquistou cinco vitórias, sete derrotas e três empates, marcando 17 golos e 21 sofridos, estando na 10ª posição, com 17 pontos.

A estatística contrasta a igual época anterior em que os maquisardes ocupavam o quinto lugar, com 24 pontos, fruto de seis vitórias, seis empates e três derrotas, com 16 golos marcados e 11 sofridos.

Paulo Tomás reconhece que tais números demonstram a má primeira fase efetuada em 2015, embora justifica que em 2014 não houve constrangimentos financeiros.

"No capítulo desportivo, não sendo positiva a nossa primeira volta, também não foi total negativo. Não perdemos qualquer jogo em casa, mas também, negativo, porque fora de casa só conseguimos um ponto, por isso não foi uma boa primeira volta”.

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