Di Spagna tinha sido contratado para prestar apoio clínico a Maradona, durante o internamento domiciliário do antigo jogador, que acabou por morrer aos 60 anos, em 25 de novembro de 2020, após uma paragem cardiorrespiratória.

A justiça, que pretende ouvir Di Spagna em 20 de dezembro e já pediu ao juiz a proibição de saída do país, considera que o médico apenas consultou Maradona em duas ocasiões e que não cumpriu com os deveres a que estava obrigado.

Outros indiciados na morte de Maradona são o neurocirurgião Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustiba Cosachov, o psicólogo Carlos Díaz, a médica que coordenava os cuidados domiciliários, Nancy Forlini, o responsável de enfermagem, Mariano Perroni, e os enfermeiros Ricardo Omar Almirón e Dahiana Gisela Madrid.

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