O presidente da UEFA, o esloveno Aleksander Ceferin, defendeu hoje que o novo formato da Liga dos Campeões em futebol, a vigorar a partir de 2024/25, coloca o mérito desportivo à frente dos benefícios económicos.

“Decidimos, juntamente com a Associação de clubes e as equipas, ser fiéis aos nossos princípios e valores: o mérito desportivo em primeiro, e o propósito, a finalidade, acima dos lucros”, disse Ceferin, no congresso da UEFA, em Viena.

O responsável máximo pelo futebol europeu sublinhou que o “futebol fica a ganhar”, depois de um processo em que foram auscultados clubes, adeptos e treinadores, traçando-se uma linha sobre a noção de classificação.

Na terça-feira, a UEFA aprovou o alargamento da Liga dos Campeões de 32 para 36 equipas a partir de 2024/25, com um novo modelo de competição sem fase de grupos, passando para uma liga única com oito jogos, mas também com algumas diferenças na qualificação.

Na intervenção ainda no âmbito do congresso da UEFA, a decorrer em Viena, Ceferín não deixou de criticar, uma vez mais, os impulsionadores da Superliga, projeto que não chegou a ser concretizado, mas sem os nomear.

O dirigente máximo a UEFA lembrou que o Congresso de 2021, em Montreux, ‘desmontou’ a ideia, anunciada dois dias antes, em 18 de abril, de “um punhado de oligarcas e aristocratas do futebol, de lançarem um projeto que pisava nos valores do futebol e da sociedade europeia”.

Já em relação às sanções impostas em janeiro à Rússia, a nível de seleções e clubes, face à invasão da Ucrânia, o presidente da UEFA defendeu que essa penalização é a “pequena contribuição” do organismo pela paz na Europa.

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