Não caiu bem em Espanha a decisão de Pep Guardiola em fazer parte de uma lista às eleições na Catalunha. O treinador do Bayern Munique integra a lista única a favor da independência da Catalunha, que conta o CDR (Convergência Democrática da Catalunha) e ERC (Esquerda Republicana da Catalunha), e ainda algumas personalidades independentes, nas eleições do dia 27 de setembro.

O técnico catalão está na China onde o Bayern Munique está em digressão e aproveitou para esclarecer a sua opção.

"Tudo o que fazemos na nossa vida é política. Porque é que não posso defender a minha opinião?", perguntou Pep, em declarações reproduzidas pelo diário "El Mundo".

Guardiola aproveitou para apelar ao voto, pedindo aos catalães que saiam de casa para participar no ato eleitoral.

"Quantas mais pessoas forem votar, melhor será para a Catalunha, para a Espanha e para a Europa. Os dois partidos (CDC e ERC) são instituições muito fortes. Perguntaram-se [se queria fazer parte da lista] e eu respondi que sim", explicou o antigo treinador do Barcelona.

Esta terça-feira, o ministro do interior de Espanha, Jorge Fernández Díaz, atacou a decisão de Pep Guardiola, acusando-o de estar no futebol apenas por dinheiro.

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