O futebolista internacional português do Valência, Gonçalo Guedes, encarou hoje a transferência a título definitivo para o clube ‘che’ como uma motivação extra, rejeitando a pressão por ser a operação mais cara de sempre dos espanhóis.

“Não se põe como uma pressão, é uma motivação extra. Sei que tenho que trabalhar e ajudar a equipa, tanto coletivamente como individualmente. Tenho que trabalhar para justificar o meu preço”, começou por dizer o extremo luso, na conferência de imprensa de apresentação.

O avançado português jogou na época passada pelo Valência, por empréstimo dos parisienses, que o tinham contratado ao Benfica por 30 milhões de euros, e realizou uma grande época, que o levou a ser convocado pelo selecionador português, Fernando Santos, para o Mundial2018, na Rússia.

Entretanto, regressou ao Paris Saint-Germain, com o qual tinha contrato, no início da presente temporada, mas não entrava nos planos do novo treinador dos campeões de França, o alemão Thomas Tuchel, que não o convocou para a digressão que a equipa fez à Ásia no final de julho.

O extremo revelou também o conteúdo da conversa que teve com o técnico 'che' quando terminou a época, confirmando que houve várias complicações para regressar e assinar por seis temporadas.

“Quando acabou a temporada falei com o treinador e disse-lhe que queria ficar, mas que não dependia de mim. Disse o mesmo ao meu representante. A situação prolongou-se muito e estive um mês e meio a treinar sozinho. Agora estou muito feliz”, contou.

Por fim, agradeceu ao dono do Valência, Peter Lim: “Deu-me muita confiança, mas também disse tinha que trabalhar muito para ajudar os meus colegas e justificar o preço pago por mim.”

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