A Roma, de José Mourinho, reencontra nos quartos de final da Liga Conferência Europa de futebol a sua ‘besta’ na fase de grupos, o Bodo/Glim, que a goleou em casa (6-1) e empatou fora (2-2).

Os noruegueses, que terminaram em segundo o grupo C, impuseram aos italianos e ao treinador português uma das derrotas mais inacreditáveis e desniveladas da nova competição da UEFA.

Na ocasião, com Rui Patrício na baliza, mas ainda sem o reforço Sérgio Oliveira, a Roma perdeu por 6-1 na terceira jornada, naquele que foi o resultado mais pesado, a par do 5-0 entre HJK e Maccabi Telavive, de todos os 96 jogos da fase de grupos.

O sorteio de hoje dos ‘quartos’ determinou o reencontro do campeão norueguês – revalidou o título em dezembro de 2021 e a nova época arranca no início de abril -, e o sexto classificado da Série A italiana de futebol.

A Roma busca o segundo troféu europeu da sua história, depois da ‘distante’ vitória na Taça das Cidades com Feiras de 1960/61, face ao Birmingham (2-2 fora e 2-1 em casa), e, internamente, está em ‘branco’ desde a conquista da Taça de Itália de 2007/08, sendo que não conquista a Serie A desde 2000/01.

Quanto a Mourinho, o treinador português tenta um quinto troféu da UEFA, após duas edições da Liga dos Campeões (2003/04, pelo FC Porto, e 2009/10, pelo Inter Milão), uma da Taça UEFA (2002/03, pelo FC Porto) e uma da Liga Europa (2016/17, pelo Manchester United), no que foi o seu 25.º e último título (2-0 ao Ajax, na final).

Além do Bodo/Glimt-Roma, com a eliminatória em 07 e 14 de abril, o sorteio determinou outra ‘repetição’ da fase de grupos, com os holandeses do Feyenoord a reencontrarem os checos do Slavia Praga, primeiro e segundo do grupo E.

O Feyenoord, que venceu o grupo com larga distância (mais seis pontos), bateu então em casa os checos por 2-1 e empatou fora a 2-2, num confronto bastante equilibrado, com os holandeses a empatarem apenas nos descontos.

Na história das competições da UEFA, o Feyenoord, emblema da cidade de Roterdão, foi campeão europeu em 1969/70 e venceu a Taça UEFA, antecessora da Liga Europa, em 1973/74 e 2001/02.

Em outro jogo dos ‘quartos’, o Marselha, campeão europeu em 1992/93, encontra os gregos do PAOK, dos portugueses Vieirinha, Filipe Soares e de Nélson Oliveira, este fora dos inscritos, depois de lesão grave no início de época.

A eliminatória completa-se com o embate entre dois candidatos ao troféu da nova competição da UEFA, com o Leicester, do português Ricardo Pereira, a defrontar o PSV, campeão europeu em 1987/88 - derrotando na final o Benfica - e vencedor da Taça UEFA em 1977/18, do também português Bruma.

Destes 'quartos', o vencedor entre Leicester e PSV cruza nas meias-finais com Bodo/Glimt ou Roma, e o Marselha ou PAOK com Feyenoord ou Slavia de Praga.

As meias-finais da competição decorrem em 28 de abril e 05 de maio, e a final em 25 de maio, em Tirana, na Albânia, com o vencedor a garantir um lugar na fase de grupos da Liga Europa da próxima época.

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