Um grupo de activistas apelou hoje ao fim da segregação no futebol, defendendo o boicote a Israel, com a distribuição de comunicados aos espectadores do jogo entre o Benfica e a equipa israelita Hapoel, de Telavive.

“No desporto, não há lugar para racismo, nem para equipas que actuam como embaixadoras de Estados que promovem o ‘apartheid’”, lê-se no texto distribuído, nas redondezas do Estádio da Luz, assinado por Comité de Solidariedade com a Palestina, Associação de Amizade Portugal–Sara Ocidental e Colectivo Múmia Abu-Jamal.

Estas associações acusam Israel de “inviabilizar recorrentemente” a participação da selecção palestiniana de futebol em competições internacionais, de ter bombardeado o estádio de Gaza e de ter recusado vistos aos jogadores palestinianos para participarem em competições internacionais, além de atribuir a morte de três jogadores à ofensiva israelita sobre Gaza no final de 2008.

O comunicado divulga um “movimento global de boicote, desinvestimento e sanções contra o ‘apartheid’ israelita” e promete novas acções de protesto para os próximos jogos do Hapoel em território europeu.

A equipa israelita voltará à Europa, por ocasião da sua participação na fase de grupos da Liga dos Campeões, no dia 20 de Outubro, quando estará em Gelsenkirchen, na Alemanha, e no dia 7 de Dezembro, em Lyon, na França.

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