ARTUR - O guardião brasileiro voltou a ser decisivo numa vitória do Benfica. A sua inspiração salvou os encarnados aos 12’, 38’, 39 e 68’, sendo que neste último lance já o St. Jakob-Park se preparava para festejar o golo do Basileia. A sua segurança, capacidade de concentração e elasticidade são já uma marca deste Benfica.

Defesas: 

MAXI PEREIRA – Foi dos primeiros impulsionadores do ataque e o mais assertivo na defesa. Correu quilómetros e só uma lesão o tirou do jogo, deixando uma dor de cabeça a Jesus.

LUISÃO – Prático a resolver os problemas, o líder da defesa do Benfica sentiu algumas dificuldades para segurar Streller, mas fez prevalecer a sua lei. Na segunda parte destacou-se ainda com alguns cortes providenciais na área.

GARAY – O central teve trabalho extra. Além da dinâmica de Frei ou Streller, também o desacerto de Emerson acabou por o sujeitar a um esforço maior, recompensado com a vitória.

EMERSON – O pior na noite do Benfica. Desconcentrado, faltoso, lento e quase sempre mal posicionado, o lateral esquerdo terá desejado “nunca ter conhecido” Shaqiri, que lhe deu imenso que fazer. A expulsão nem foi uma surpresa para o nível ao longo do tempo em campo.

Médios:

JAVI GARCIA – Regressado após paragem por lesão, o médio espanhol foi colocado sob grande pressão na fase inicial de maior intensidade helvética. A isso respondeu com a garra habitual, a que somou uma boa dose de clarividência para controlar as operações.

WITSEL – Não entrou muito bem, mas a sua subida de rendimento contagiou a equipa. A inteligência que denota em cada acção traduz a sua qualidade, indispensável para o Benfica mais maduro que se exibe este ano na Champions.

Avançados:

GAITÁN – O grande desequilibrador do ataque na primeira parte, somou nova assistência para Bruno César, somando já três para a liderança do ranking da UEFA. Gaitán foi sempre um elemento perigoso, mas acabou em inferioridade física.

AIMAR – Menos presente do que o habitual, “El Mago” nem sempre foi capaz de assumir o comando do jogo. A paragem terá tido os seus efeitos no número 10, que ainda falhou uma oportunidade clara aos 61 minutos.

BRUNO CÉSAR – A César o que é de César e a este brasileiro “pertencem” as vitórias fora na Champions. Decisivo frente ao Otelul Galati, o jovem médio voltou hoje a abrir caminho para a vitória com o golo aos 20’, somando já dois tentos na Champions. Depois, vincou a sua cada vez maior influência em várias jogadas de ataque do Benfica.

RODRIGO – A surpresa no onze. O jovem avançado usou a sua velocidade para criar ruturas, mas mostrou também boa capacidade a segurar a bola e inteligência ao deixar a bola para Bruno César fazer o primeiro golo.

Substituições: 

NOLITO (66’ Aimar) – Usado como arma de agitação, o espanhol viu-se obrigado a ajudar mais na defesa, face à necessidade da equipa em proteger o triunfo nos minutos finais.

CARDOZO (70’ Rodrigo) – Relegado de início para o banco, o paraguaio fez nova prova da sua imensa eficácia, ao marcar cinco minutos depois de entrar, com um livre forte e rasteiro.

MIGUEL VÍTOR (78’ Maxi Pereira) – Importante a fechar a defesa nos últimos instantes da partida.

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