Os “merengues”, há muito em busca de um 10.º troféu (arrebataram o nono em 2002), lideram o Grupo D, os germânicos, anfitriões da final, comandam o A e os franceses, muito mal no campeonato interno, mandam no F.

Novamente no Bernabéu, o Real Madrid, provavelmente com Ricardo Carvalho, Pepe, Fábio Coentrão e Cristiano Ronaldo no “onze”, defronta o Lyon, que vinha sendo a “besta negra” dos madrilenos nos últimos anos, mas não resistiu a época passada (1-1 em casa e 0-3 em Madrid, nos “oitavos”).

Em caso de triunfo, os terceiros classificados da Liga espanhola aumentam para cinco pontos a vantagem sobre o segundo classificado (o Ajax pode lá chegar se vencer fora o Dinamo de Zagreb), margem que quase vale um lugar nos “oitavos”, ainda com meia fase de grupos para jogar.

A situação do Bayern Munique (seis pontos), líder destacado da “Bundesliga”, é similar à do Real Madrid, com a diferença de que viaja ao reduto do segundo, o Nápoles (quatro), que, de forma inesperada, perdeu sábado na receção ao Parma (1-2), para a Liga italiana.

Enquanto no San Paolo se jogará pela liderança, o Manchester City (um ponto), líder da Liga inglesa, e o Villarreal (nenhum) têm a primeira de duas cimeiras em que jogam as últimas cartadas em relação ao apuramento.

Já o Marselha (seis pontos), a 14 pontos do líder Paris Saint-Germain após 10 rondas do campeonato gaulês, é, como os “merengues”, anfitrião do segundo, o Arsenal (quatro), também a navegar longe da frente (12 pontos) em Inglaterra.

No outro encontro do agrupamento, o Borussia de Dortmund (um ponto), campeão alemão em título, procura manter-se na luta pelo apuramento, que passa, forçosamente, por conquistar qualquer coisa no reduto do Olympiakos (zero).

Tão próximos, ou mais, do apuramento, deverão também ficar, no Grupo H, o campeão europeu FC Barcelona (quatro pontos), que recebe o Viktoria Plzen (um), e o AC Milan (quatro), anfitrião do BATE Borisov (um).

No Grupo E, o Chelsea (quatro pontos), de André Villas-Boas e também Bosingwa, Paulo Ferreira, Raul Meireles e Hilário, recebe o Genk (um) e deve reforça a liderança, enquanto o Bayer Leverkusen (três) e o Valência (dois), de Ricardo Costa e Miguel, jogam para o segundo posto.

Em matéria de surpresas, a maior acontece, para já, no Grupo B, em que o “repescado” Trabzonspor, que o Benfica afastou na terceira pré-eliminatória, lidera, após vencer fora o Inter (1-0) e empatar em casa com o Lille (1-1).

Os turcos defendem o primeiro posto no reduto do CSKA, no único encontro da ronda que começa mais cedo (17h00 de Lisboa), enquanto o Inter, após o 3-2 em Moscovo, tenta esquecer em França o miserável percurso interno.

Nos grupos C e G, o Benfica e o FC Porto são adversários dos outros dois líderes surpresa, respetivamente o Basileia, que recebe os “encarnados” após o 3-3 de Old Trafford, e o APOEL Nicósia, de visita ao Dragão.

Os campeões ingleses e vicecampeões em título, que nos últimos 15 anos só ficaram uma vez pela fase de grupos – também num grupo com o Benfica (2005/2006) -, têm um compromisso importante no reduto do Otelul Galati.

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