Depois do 6-0 sofrido em Londres ante o Arsenal, a formação lusa entrou com tudo nesta segunda jornada da Champions, mais atrevido e reconhecível.

Logo aos 3 minutos, os adeptos levaram as mãos à cabeça quando Moisés cabeceou, na sequência de um pontapé de canto, e um defesa da equipa ucraniana cortou a bola em cima da linha.

Os jogadores e adeptos arsenalistas reclamaram duas faltas por assinalar. A primeira originaria uma grande penalidade e a segunda aconteceu à entrada da grande área.

O Shakhtar chegou ao Estádio AXA com a estratégia clara de adormecer a equipa minhota para depois sair em contra-ataque, mas durante os primeiros 45 minutos de jogo não teve grandes oportunidades de se adiantar no marcador.

Quem esteve em destaque no primeiro tempo foi o brasileiro Leandro Salino. O médio defende, constrói e ataca. Aos 28 minutos, numa boa jogada individual, podia ter feito mesmo o golo. Assim como ao minuto 44, quando chutou para fora numa baliza deserta, depois de grande corrida e passe de Matheus.

Nota também para a substituição forçada de Rodríguez, que esta noite regressou à titularidade, por ter sido carregado. Paulão entrou para o lugar do peruano.

Perto do final da primeira parte, o internacional Sílvio brindou os espectadores com um grande remate cruzado à baliza e a bola a sair muito perto da trave de Pyatov.

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