Quando entrar em campo esta quinta-feira, a partir das 20h00, em Poznań para defrontar o Lech para a 1.ª jornada da fase de grupos da edição 2020/21 da Liga Europa, o Benfica irá disputar o seu quinto jogo oficial frente a formações da Polónia e o terceiro em solo polaco.

Não é grande, portanto, o histórico de confrontos entre as 'águias' e equipas polacas. Mas é, ainda assim, positivo para o conjunto da Luz, apesar de este não ter vencido em nenhuma das duas anteriores visitas àquele país: dois jogos, dois empates.

Duas eliminatórias, dois apuramentos

Foram duas as eliminatórias europeias disputadas pelo Benfica contra formações polacas. Curiosamente, ambas na década de 1990 e ambas a contar para uma primeira eliminatória da agora já extinta Taça das Taças.

A 'estreia' foi na época de 1993/94 e o adversário foi o Katowice. Treinado por Toni, e com nomes como Mozer, Abel Xavier, Stefan Schwarz, Rui Costa, João Vieira Pinto ou Isaías no onze inicial, o Benfica não teve vida fácil na partida da primeira mão, jogada na Luz. Foi preciso Rui Águas saltar do banco para, já bem perto do fim, aos 86 minutos, apontar o único golo da partida e garantir que as 'águias' partiam em vantagem para a segunda mão.

Uma segunda mão em que a eliminatória chegou a estar igualada, quando o conjunto polaco marcou, em cima do intervalo. Mas Vitor Paneira restabeleceu a igualdade a meio do segundo tempo e garantiu o apuramento do Benfica com um empate 1-1 na Polónia e um total de 2-1 no conjunto das duas mãos. As 'águias' chegariam depois, nessa época, ás meias-finais da prova, ultrapassando pelo meio uma mítica eliminatória com o Bayer Leverkusen antes de se verem afastadas pelo Parma.

O outro embate com emblemas polacos teve lugar três épocas depois, em 1996/97. O treinador era, então, o brasileiro Paulo Autuori, o adversário foi o Ruch Chorzów, e dessa feita as coisas foram bem mais simples. O Benfica alinhou com Michel Preud’homme, Calado, Dimas, Hélder, Bermúdez, Bruno Caires, Jamir, Valdo, Panduru, Donizete e João Vieira Pinto. À meia hora, o Benfica já vencia por 3-0 (golos de Donizete, João Pinto e Jamir) e acabou por triunfar por 5-1, com o brasileiro Valdo a bisar na partida no segundo tempo.

A segunda mão, depois, serviu praticamente apenas para cumprir calendário e terminou com um 0-0. Os 'encarnados' chegariam, depois, até aos quartos de final, onde voltariam a cair às mãos de uma equipa italiana: então a Fiorentina, de Rui Costa.

Lech Poznan sabe o que é ganhar equipas portuguesas

Quanto ao registo do adversário do Benfica nesta quinta-feira frente a equipas portuguesas, ele é de uma vitória, dois empates e uma derrota (uma vitória e um empate a jogar em casa).

O primeiro confronto do Lech com uma formação lusa teve lugar em 2011, nos 16 avos e final da Liga Europa 2010/11. O conjunto polaco até venceu a partida da primeira mão, por 1-0, mas o Braga, treinado por Domingos Paciência e a caminhar para aquela que seria a sua primeira final europeia, virou a eliminatória com um triunfo por 2-0 no segundo jogo. Lima, que depois viria a representar o Benfica, marcou um dos golos dos minhotos nessa segunda mão.

Novo embate do Lech com emblemas nacionais teve lugar, depois, em 2015/16, também na Liga Europa, mas então ainda na fase de grupos. O adversário foi o Belenenses, treinador por Ricardo Sá Pinto, e quer na Polónia, quer no Restelo, golos nem vê-los. Dois empates 0-0 e ambas as equipas a ficarem pelo caminho logo nessa etapa da competição.

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