O defesa do Slavia Praga Ondrej Kudela vai desfalcar a seleção de futebol da República Checa na visita ao País de Gales, em 01 de abril, após ter sido acusado de racismo num jogo na Escócia.

A UEFA abriu uma investigação aos insultos racistas que jogadores do Rangers acusam Kudela de proferir, na partida em que o clube da capital checa eliminou a equipa de Glasgow da Liga Europa.

Apesar de Kudela e o Slavia negarem as acusações, os advogados do clube explicaram que tomaram a decisão de não o manter elegível para essa partida por “preocupação com a sua segurança”.

O defesa, de resto, testemunhou hoje perante a UEFA, e os advogados negaram que este pudesse ser detido, após os advogados do jogador insultado, Glen Kamara, terem dito que ele podia ser detido em caso de viagem para o Reino Unido.

Na terça-feira, a polícia escocesa revelou estar a investigar denúncias de racismo e agressão, que alegadamente ocorreram durante e depois do jogo da Liga Europa de futebol entre o Rangers e Slavia Praga.

O anúncio surge depois de na sexta-feira a UEFA assumir ter sido aberta uma investigação aos incidentes do desafio ganho pelos checos, por 2-0, frente aos escoceses, que tinham empatado fora 1-1 e terminaram o jogo da segunda mão com nove atletas, face a duas expulsões, de Roofe e Balogun.

O médio do Rangers Glen Kamara alegou ter sido alvo de abuso racial "deliberado e premeditado" pelo defesa Ondrej Kudela durante o desafio de Ibrox Park.

Kudela e o Slavia Praga negaram as acusações e o clube disse mesmo que Kudela foi agredido com vários murros na cabeça por parte de Kamara, sob o olhar do treinador Steven Gerrard e de representantes da UEFA.

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