O Paris Saint-Germain lidera isolado a Liga francesa, mas o ambiente que se vive dentro do clube está longe de ser o melhor, sobretudo no que diz respeito à relação entre o treinador Thomas Tuchel e Neymar. Segundo avança esta quarta-feira o jornal francês 'L'Équipe', o avançado brasileiro já se terá mesmo recusado a treinar.

A situação remonta ao encontro com o Dijon, disputado a 12 de fevereiro. Tratou-se do terceiro de quatro jogos para os quais Neymar não foi chamado pelo treinador alemão, que disse estar a poupar o internacional brasileiro para o encontro da Liga dos Campeões com o Borussia Dortmund, por este se encontrar, alegadamente, a contas com alguns problemas físicos.

De acordo com o 'L'Équipe', no dia seguinte a esse encontro com o Dijon, referente aos quartos-de-final da Taça de França, que terminou com uma goleada do conjunto parisienses por 6-1, os titulares fizeram apenas treino ligeiro, de recuperação, com os jogadores não utilizados a seguirem o plano habitual de trabalhos no centro de treinos do clube.

O nome de Neymar figurava neste último lote, mas o brasileiro informou a equipa técnica que estava cansado e que não iria treinar, juntando-se aos titulares que realizavam trabalhos de recuperação. Uma atitude que, escreve o 'L'Équipe', constituiu uma retaliação às declarações de Tuchel, que na véspera recusara "assegurar a 100 por cento" que Neymar estaria disponível para defrontar o Dortmund.

O antigo avançado do Barcelona acabou mesmo por regressar, depois, à equipa frente ao Dortmund, marcando o golo parisiense nessa derrota por 2-1, e no final dessa partida deu seguimento à guerra com o clube ao lamentar o facto de não estar nas melhores condições por não ter ritmo de jogo. "É difícil ficar quatro jogos em jogar. Infelizmente, a escolha não foi minha, foi do clube e dos médicos. Não gostei", salientou na altura.

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