“As cidades do Cabo, Durban e Port Elizabeth, onde Portugal jogará, oferecerão segurança total aos participantes do Mundial, que se realiza entre 11 de Junho e 11 de Julho na África do Sul, e todos os recursos da marinha serão mobilizados para garantir a segurança nestas zonas costeiras”, disse o vice-almirante Johannes Mudimu.

O chefe da marinha sul-africana, que falava na presença dos embaixadores de Portugal, Alemanha e Brasil na África do Sul, salientou que os três ramos das forças armadas estão a fazer todos os possíveis para que o primeiro Mundial de futebol em solo africano se dispute em total segurança.

“A nossa força aérea está a fazer a sua parte, o exército está a fazer a sua parte, os serviços médicos militares estão a fazer a sua parte, a marinha está a mobilizar todos os seus recursos para garantir que as zonas marítimas da África do Sul sejam bem protegidas. Destacaremos todos os recursos no mar e o esquadrão de reacção marítima está pronto para desempenhar o seu papel sob os auspícios do chefe de operações conjuntas”, garantiu.

O vice-almirante frisou que as forças armadas estão a levar muito a sério as suas responsabilidades: “Pretendemos que todos os que cá vierem levem daqui memórias excelentes do primeiro Mundial a realizar-se em terras africanas e nesse sentido gostaria de realçar que nenhum membro das forças armadas gozará folgas [nesse período] para que nenhuma área seja negligenciada”, concluiu.

Johannes Mudimu disse ainda em tom bem-humorado que deseja ver a África do Sul e Portugal a disputarem a final do Mundial de 2010, alertando o embaixador português, João Ramos Pinto, para a “capacidade extra” que os ‘Bafana-Bafana’ estão a adquirir no estágio que realizam nesta altura no Brasil e que faz deles “uma equipa temível”.

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