A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) gastou “cerca de 200 000 euros” com o processo de candidatura conjunta com a Espanha à organização do Mundial de futebol de 2018, revelou hoje fonte federativa à Agência Lusa.

A elaboração do livro de candidatura constituiu “a componente mais onerosa”, acrescentando-se ainda o investimento em material multimédia, as viagens e estadas, que explicam o valor gasto pela FPF.

A mesma fonte observou que “o Estado (português) não teve qualquer despesa com a candidatura” e que os custos foram mais reduzidos, porque as duas federações “utilizaram recursos humanos próprios”.

“As viagens dos inspectores são financiadas pela FIFA (Federação Internacional de Futebol), pelo que não houve gastos nessa matéria”, precisou.

A FIFA atribuiu na quinta-feira a organização do Campeonato do Mundo de 2018 à Rússia, que derrotou a candidatura ibérica, além da inglesa e da conjunta entre Bélgica e Holanda. Ao Qatar foi atribuída a organização do Mundial de 2022.

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