Raheem Sterling ficou de fora do encontro da Inglaterra frente ao Senegal, dos oitavos de final do Mundial2022, devido a um "problema familiar", justificara a Federação Inglesa.

Horas mais tarde, o jornal britânico 'The Sun' avançou que a casa do extremo do Chelsea foi assaltada na noite de sábado. Na habitação estavam a atual mulher do futebolista inglês e dois dos três filhos, de cinco e três anos.

O sucedido levou Sterling a viajar até Inglaterra para estar junto da família, mas, segundo a mesma publicação, deverá estar de regresso para defrontar a França, nos quartos de final.

A polícia do condado de Surrey informou que tinha aberto uma investigação a um assalto ocorrido em Oxshott, Leatherhead, sem identificar os ocupantes, mas a comunicação social inglesa revelou que se trata da casa onde reside Sterling e a família.

“Não houve violência, porque o assalto foi detetado posteriormente”, indica o comunicado da polícia britânica, adiantando que os residentes “aperceberam-se quando chegaram a casa que tinham sido furtados joias e relógios, entre outros bens”.

Gareth Southgate, selecionador de Inglaterra – que defronta no sábado a França nos quartos de final do Mundial2022 -, tinha afirmado que pretendia “dar tempo” ao avançado, de 27 anos, “para poder apoiar a sua família”, sem especificar os motivos.

O extremo, de 27 anos, foi titular na vitória sobre o Irão (6-2), orientado pelo português Carlos Queiroz, frente ao qual marcou um golo, e no empate diante dos Estados Unidos (0-0), mas não saiu do banco de suplentes durante o triunfo com o País de Gales (3-0).

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