Em encontro da segunda jornada do Grupo H do Mundial2022, em Lusail, o jogador do Manchester United inaugurou o marcador aos 54 minutos, com um centro/remate da esquerda, e fechou-o aos 90+3, na transformação de uma grande penalidade.

Com este ‘bis’, Bruno Fernandes, que não havia marcado em 2018 (só jogou 88 minutos), saltou para o sexto lugar do ‘ranking’ luso, juntando-se a Maniche (dois golos em 2006), Simão (um em 2006 e um em 2010) e Tiago (dois em 2010).

Deste trio, apenas Tiago também havia conseguido ‘bisar’, quando, em 2010, marcou dois dos sete golos com que Portugal goleou a Coreia do Norte por 7-0.

A lista é liderada por Eusébio, com nove golos, todos marcados em 1966, prova em que logrou um ‘póquer’ (5-3 à Coreia do Norte) e um ‘bis’ (3-1 ao Brasil), seguido de Cristiano Ronaldo, que tem oito e foi o primeiro jogador da história a marcar em cinco edições (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022).

Ronaldo, que cumpriu hoje o seu 19.º jogo em Mundiais, apenas logrou mais do que um golo em 2018, edição em que marcou quatro, incluindo um ‘hat-trick’ à Espanha (3-3).

O pódio luso é encerrado por Pauleta, que apontou quatro tentos, num registo iniciado com um ‘hat-trick’, à Polónia (4-0), no segundo jogo da fase de grupos de 2002, e encerrado com um tento a Angola (1-0) na estreia em 2006.

No quarto posto, com três golos, seguem dois ‘magriços’, José Augusto, que ‘bisou’ na estreia lusa em 1996, face à Hungria (3-1), e fechou a contagem com a Coreia do Norte, e José Torres, que marcou a húngaros, à Bulgaria (3-0) e ainda à União Soviética (2-1), selando o inédito bronze luso.

Quanto a Portugal, soma agora 54 golos, numa lista liderada pelo Brasil, com 232 (111 encontros), seguido da Alemanha, com 228 (111), e da Argentina, com 140 (83).

A seleção lusa não esteve nas primeiras sete edições do Mundial (1930, 1934, 1938, 1950, 1954, 1958 e 1962), para, na estreia, em 1966, não necessitar sequer de um minuto para conseguir um golo.

Em 13 de julho de 1966, no Estádio Old Trafford, em Manchester, José Augusto marcou o primeiro tento face à Hungria, que Portugal venceu por 3-1.

Nessa primeira presença, Eusébio, que só não faturou na estreia, marcou nove golos, que lhe deram o título de melhor marcador da prova e o fazem ser ainda, 56 anos depois, o ‘rei’ dos goleadores lusos em Mundiais.

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