David Villa foi o goleador de serviço de La Roja. O avançado que esta época se estreia com a camisola do Barcelona, só não marcou na única derrota da Espanha (1-0 com a Suíça), na vitória sobre a Alemanha, cabendo ao central Puyol o golo da vitória, e na final, em que Andrés Iniesta foi o herói.  Frente às Honduras, Villa bisou, naquele que foi o resultado mais dilatado dos espanhóis neste Mundial (2-0).

O Barcelona não deixou este avançado de luxo escapar e antes do Mundial apresentou-o como reforço para a temporada que se avizinha, para a qual o clube catalão se prepara em direcção ao tricampeonato.

Villa é um polivalente na frente de jogo, jogando como ponta-de-lança, extremo esquerdo ou como segundo ponta-de-lança. Explosivo e incansável, El Guaje (garoto no dialecto asturiano) vê todo o seu potencial reconhecido neste Mundial, o primeiro em solo africano.

Um pequeno incidente quando era criança poderia não ter mostrado Villa ao Mundo. Aos quatro anos partiu a perna direita, mas a “gana” para jogar à bola era de tal forma grande que aprendeu a jogar com o pé esquerdo, o que lhe permite, agora, brilhar com os dois pés.

O jogador, agora com 28 anos,  começou a jogar pela selecção espanhola em 2005, fazendo a sua grande estreia no Mundial de 2006, na Alemanha, onde a Espanha não foi além dos “oitavos”, eliminada pela França, mas Villa deixou a sua marca. Pela Roja, Villa já apontou 36 golos, sendo o segundo melhor marcador de “nuestros hermanos”, só atrás de Raúl González.

Se em 2006 Villa era uma promessa, em 2010 a África do Sul consagrou-o como um dos melhores goleadores da actualidade.

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