O primeiro-ministro espanhol saudou hoje o “triunfo histórico” da selecção de futebol de Espanha, referindo-se ao apoio do país e às várias gerações de futebolistas que sempre tentaram levar Espanha ao mais alto do desporto.

“Felicidade da Espanha por este grande triunfo histórico. Esta é a vitória dos 23 jogadores, mas por trás teve a força unida de todos os espanhóis para que a melhor imagem de Espanha brilhe em todo o Mundo como fizemos em todo o mundial”, afirmou José Luis Rodríguez Zapatero, hoje em Madrid.

“Esta taça foi ganha por eles, mas é de todos os espanhóis e de todos os jogadores que durante várias gerações nos tentaram levar ao mais alto do futebol mundial”, disse.

“Quero fazer menção especial a quem ontem (domingo), metendo o golo da vitória, se recordou de um amigo que não está entre nós”, disse, saudando Iniesta, que, depois do golo, mostrou uma camisola em que recordava o falecido futebolista espanhol Dani Jarque.

Antes disso, e nas suas primeiras palavras oficiais desde a chegada a Espanha, o seleccionador espanhol Vicente del Bosque agradeceu o apoio de toda a Espanha.

“É um êxito de todos, que honra toda a família do futebol espanhol, do clube mais humilde ao maior. Este êxito é de todos eles”, afirmou.

Depois, foi a vez de o capitão da selecção, o guarda-redes Iker Casillas, saudar o êxito da sua equipa, agradecendo também o apoio dos adeptos espanhóis.

“Tenho a sorte de poder representar estes grandes jogadores. Trouxemos esta taça da África do sul porque a merecemos. O nome de Espanha vai estar durante quatro anos no mais alto do Mundo”, afirmou.

Um cenário especial foi improvisado para acolher os jogadores espanhóis nos jardins do Palácio, onde durante horas esperaram centenas de pessoas para ver os jogadores.

No palco, Zapatero manteve a taça nas mãos durante bastante tempo, devolvendo depois a taça aos jogadores.

Momentos antes, Zapatero e outros membros do Governo esperaram a selecção à porta do autocarro em que viajaram até ao local, saudando efusivamente os jogadores e o seleccionador Vicente del Bosque, com quem já tinha falado, ao telefone, na noite de domingo.

Foi à saída do autocarro que se viveu um dos momentos emocionantes, quando foi entregue ao filho de Vicente del Bosque a Taça do Mundo que este ergueu no ar, perante aplausos e vivas do primeiro-ministro e dos jogadores.

Depois, foi a vez de Zapatero, a quem foi entregue uma camisola da selecção nacional, segurar a Taça do Mundo, que posteriormente devolveu a Puyol.

Os jogadores vão agora iniciar um percurso pelas ruas de Madrid num veículo de caixa aberta, decorado com as cores da selecção.

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