O Manchester City recebeu e venceu o Manchester United por 6-3, em jogo da nona jornada da Premier League. Erling Haaland e Phil Foden foram as figuras do dérbi da cidade inglesa, com um 'hat-trick' cada um.

Cristiano Ronaldo voltou a começar no banco de suplentes, enquanto nos 'citizens' Rúben Dias também não constou da equipa inicial de Guardiola, que preferiu apostar nos seus dois centrais mais velozes (Aké e Akanji). Este é já o quinto jogo consecutivo em que CR7 não é titular, o que não acontecia desde 2003, quando ainda era jogador do Sporting e uma estrela em ascensão no futebol.

O City entrou a todo o gás - exemplo disso o facto de Diogo Dalot ter visto o cartão amarelo logo aos dois minutos - e só precisou de oito para festejar. A bola sobrou para Bernardo Silva na esquerda e o português cruzou rasteiro para a finalização de Phil Foden.

O campeão inglês não baixou a pressão e o Manchester United sentia bastantes dificuldades para sair a jogar. Já depois de uma bola enviada ao ferro por Gundogan, na cobrança de um livre, Haaland (quem mais?) aumentou a vantagem do City já depois da meia-hora de jogo: canto cobrado por Kevin De Bruyne e o avançado norueguês a antecipar-se a McTominay e a cabecear para o fundo da baliza. Malacia ainda cortou na linha de golo, mas a 'goal line technology' validou o 2-0.

Apenas três minutos depois, a sociedade De Bruyne-Haaland voltou a fazer das suas, com o belga a servir o norueguês com um passe fantástico, e o ponta de lança, já em esforço, a desviar para o terceiro do Manchester City.

Já perto do intervalo, De Bruyne rompeu pelo corredor central, tocou para Haaland, que cruzou rasteiro para o desvio certeiro de Phil Foden, também ele a bisar na partida. Perante o 4-0, eram já muitos os adeptos do Manchester United a abandonar o Etihad.

Logo a abrir a segunda parte, Phil Foden ameaçou o hat-trick, mas acabou por ser o Manchester United a reduzir - curiosamente, seria este o melhor golo do jogo. Eriksen variou o flanco com um passe longo para Antony, o brasileiro levou a bola para dentro, tirando Graelish do caminho e, de muito longe, atirou em jeito para o 4-1.

Por esta altura, o Manchester City tinha baixado consideravelmente a intensidade, mas ainda viu Haaland e Foden chegarem, ambos, ao hat-trick. Primeiro foi o norueguês a desviar de primeira o cruzamento rasteiro de Sergio Gómez (64'), seguindo-se o inglês, assistido por Haaland, a rodar na área e a atirar para o sexto dos 'citizens'.

Importa dizer que Haaland chega aos 17 golos em 11 jogos, esta época, mantendo uma média impressionante de mais do que um golo por jogo, que já vinha do ano passado, com o Borussia Dortmund, com quem foi o melhor marcador na Bundesliga. No seu 100.º jogo de clubes, o prodígio norueguês chega aos 103 golos e 'promete' não ficar por aqui.

Com as bancadas em delírio - "queremos o sétimo" -, acabou por ser o United a atenuar o que era, então, o mais desnivelado resultado entre os rivais. Perto do apito final, Anthony Martial, lançado na etapa complementar, bisou na reta final, primeiro de cabeça e depois a converter grande penalidade após falta de João Cancelo.

O resultado mantém o campeão City na peugada do líder Arsenal: 21 pontos para os londrinos, 20 para a formação de Manchester. Já o United, interrompe uma série de quatro vitórias e permanece no sexto lugar, a nove pontos do comandante.

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