Quem esteve atento às conferências de imprensa de André Villas-Boas quando este estava no FC Porto, sabe que o jovem técnico nunca foi um obcecado pela sua carreira profissional, dando mais valor à sua vida pessoal e familiar.

«Não sou um desses treinadores que vivem obcecados com o jogo. É algo por que tenho uma grande paixão, claro, mas não vivo e respiro futebol 24 horas por dia, só o necessário para cumprir a minha função e responsabilidades. Gosto do meu tempo de descanso, e tenho paixões para além do futebol. Tenho várias motas e faço parte de um grupo que é proprietário de 12 carros de colecção», referiu o técnico português.

«Ser técnico é muito desgastante e causa muita pressão, ainda que seja algo que temos de aceitar, neste trabalho. Mas quando as coisas não correm bem isso pode afectar a nossa vida pessoal e estado emocional, por isso estou ansioso por esta pausa no calendário, para descansar e passar tempo com a família. Precisamos de escapes, e o meu é este. Gosto muito de Fórmula 1, de competições de motas todo o terreno e de conduzir, pela adrenalina e prazer que me causa», acrescentou.

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