Em entrevista ao jornal 'Record', Bruno de Carvalho falou das desavenças com o treinador do Sporting na temporada passada, Jorge Jesus. O presidente destituído diz que tentaram aproveitar-se do treinador.

"Era perceptível que a continuidade do projeto não fazia sentido. Jesus foi para outro clube e o Sporting seguiu o seu caminho. Acho lamentável que se tenham aproveitado do treinador. Quando ele vai à final da Taça de Portugal promove um almoço com centenas de pessoas. Nesse dia, o motorista de Ricciardi andou a recolher assinaturas para a minha destituição. Não é normal", afirmou Bruno de Carvalho.

Sobre as três épocas do Sporting sob o comando de Jorge Jesus, o presidente destituído admitiu que "a primeira época foi tremenda, tanto que se formos ver os e-mailsm a minha convicção é que fomos campeões. Uma segunda não conseguida e uma terceira que correu de forma similar, até pior. Portanto, 2-1. A partir daí, qualquer gestor toma as suas decisões".

"Agora, o que eu ouvi da parte de Varandas sobre Jesus... Uma pessoa que me andava há dois anos a dizer cobras e lagartos do Jorge, agora tem-no na comissão de honra. Vale a pena ser hipócrita neste país", acusou Bruno de Carvalho.

O antigo dirigente dos 'leões' falou ainda da cláusula de confidencialidade de Jorge Jesus, que foi recentemente anulada por Sousa Cintra. "Não temo nada. Só temo podermos perder a democracia, a liberdade, a maioria da SAD, o pavilhão, as modalidades. De resto, consciência tranquila".

Questionado se entraria em troca de acusações com o antigo treinador do Sporting, Bruno de Carvalho apenas lembrou que "o Jorge já teve a simpatia de, na última entrevista que fez, ter dado uma série de informações importantes aos sportinguistas".

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