O jogo no Estádio do Dragão, com lotação esgotada, começou com um ambiente fervoroso, até porque este é o duelo decisivo nas contas para encontrar o campeão nacional 2012/2013.
Antes do apito inicial entre FC Porto e Benfica no Estádio do Dragão, a claque portista Super Dragões mostrou uma tela gigante com a imagem de árbitros como escravos de Jorge Jesus, Luís Filipe Vieira e Eusébio.
A imagem continha ainda um Dragão gigante em chamas a ostentar o número 12, correspondente à massa associativa que se encontra no estádio a apoiar a equipa azul e branca.
Vítor Pereira colocou o seu melhor “onze” em campo e Jorge Jesus não inventou, optando por Lima na frente, Enzo Pérez no meio-campo e André Almeida na defesa.
Pedro Proença deu o apito para o começo do encontro e assistiu-se a duas equipas sedentas de golos, em busca dos decisivos três pontos nesta 29.ª jornada.
O primeiro golo da partida nasceu de um lançamento lateral de Salvio – antecedido de uma situação polémica porque o argentino insistiu que queria outra bola para colocar em jogo – que lançou longe para a área portista. No meio da confusão e ressaltos, surgiu Lima a encostar para o fundo das redes da baliza de Helton, isto aos 19 minutos.
A celebração benfiquista durou pouco tempo –sete minutos- com o golo do empate do FC Porto apontado por Silvestre Varela do lado esquerdo, com um cruzamento rasteiro que se transformou em golo, após um desvio de Maxi Pereira.
O FC Porto continuou mais autoritário no jogo mas, ao intervalo. as duas equipas saíram empatadas a um golo, deixando tudo em aberto para a segunda metade.
Recorde-se que, a duas jornadas do fim do campeonato português, FC Porto e o líder Benfica estão separados por dois pontos.

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