Cerca de 15 árbitros portugueses, entre os que foram despromovidos e os que não foram, decidiram impugnar a classificação de final de temporada por não concordarem com os critérios de avaliação, avança esta quarta-feira o jornal A Bola, que faz capa com este tema.

«O Inácio Pereira, árbitro assistente, esteve na final do Torneio de Toulon com o Artur Soares Dias, prestou provas, a convite da UEFA, num centro de alto rendimento, atingiu o nível máximo nos testes escritos e nas provas físicas, fez 37 jogos, e agora desce ao Distrital? Algo está mal, isto é contra natura», frisou Cunha Antunes, presidente do Conselho de Arbitragem da Associação de futebol de Braga, lembrando outros casos: «E temos o Manuel Mota, que apitou o último Marítimo-Benfica, jogo que podia ter decidido o título, e que teve grau de dificuldade de 0.200, o mínimo que pode ser atribuído, como sucedeu o mesmo com Hugo Miguel no Paços-FC Porto. Isto é surreal, só pode ser uma brincadeira de mau gosto, digam lá o que disserem».

Segundo o mesmo jornal, o presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Vítor Pereira, deverá, ainda hoje, anunciar novidades.

«Vítor Pereira disse que queria excelência, que quem apitasse bem apitava mais e no fim foram esses árbitros os mais prejudicados», sublinhou Cunha Antunes.

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