O presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar do Sporting, Bacelar Gouveia, afirmou hoje que a expulsão de um associado "é sempre um ato penoso", mas disse ter sido cumprido "um dever jurídico e moral" na situação de Godinho Lopes.

"O conselho fiscal e disciplinar não teve nenhum prazer em decretar esta expulsão, é sempre um ato penoso do ponto de vista humano e pessoal, sobretudo a um anterior presidente do clube. Foi penoso mas também é o nosso dever. Um dever jurídico e moral e, perante os factos graves que encontrámos e pelo imperativo da justiça, tínhamos de agir desta forma", explicou o dirigente.

Antes de entrar no Coliseu dos Recreios onde decorre a II Gala Honoris Sporting, Bacelar Gouveia mostrou-se "absolutamente tranquilo" com a decisão tomada na Assembleia Geral de expulsar Godinho Lopes, estranhando o facto de o ex-presidente nunca ter reagido a uma "nota de culpa que tem 78 páginas".

"Estou absolutamente tranquilo os factos são evidentes estão numa nota de culpa que tem 78 páginas, mais de 300 artigos, que nunca foram contestados por Godinho Lopes, nunca percebi até hoje porquê", afirmou.

O dirigente sportinguista informou que "há uma queixa contra um anterior administrador", mostrando-se preocupado com o presente e futuro dos ‘leões’.

"Respeito todos os que me antecederam mas estou preocupado no presente e no futuro. É natural que haja matéria que tivemos analisar e já há uma queixa contra um anterior administrador. É um assunto que vamos tratar dentro do Sporting", reiterou.

Não querendo comentar a atual situação de Marco Silva, que tem um processo disciplinar com vista ao despedimento por justa causa, Bacelar Gouveia limitou-se a explicar que "a solução está para muito breve".

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