Ruben Amorim conduziu o Sporting a uma primeira volta invicta na I Liga portuguesa de futebol, enquanto Sérgio Conceição e Jorge Jesus tiveram as piores metades inaugurais à frente de FC Porto e Benfica, respetivamente.

Na sua primeira temporada a tempo inteiro na mesma equipa, Ruben Amorim chega ao fim das primeiras 17 jornadas com o ‘seu’ Sporting na frente do campeonato, ainda sem derrotas, e com seis pontos de avanço sobre o segundo classificado.

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Com a segunda Taça da Liga da carreira já assegurada – depois da conquistada em 2019/20 pelo Sporting de Braga –, o jovem treinador procura conduzir os ‘leões’ a novo título da I Liga, 19 anos depois da última conquista.

Eliminado da Liga Europa no ‘play-off’ e da Taça de Portugal, o Sporting terá apenas 17 encontros até ao final da temporada, ao contrário dos perseguidores FC Porto, Sporting de Braga e Benfica, que ainda jogam competições europeias e a prova ‘rainha’.

O empate no Jamor, frente ao Belenenses SAD (0-0), deixa o FC Porto a seis pontos do Sporting, na segunda posição, naquela que é a pior primeira volta de Sérgio Conceição à frente dos ‘dragões’, com 39 pontos em 17 rondas, inferiores aos 41 da última temporada, em que acabou por recuperar e ser campeão.

Com 34 pontos, também Jorge Jesus teve, na primeira época da segunda passagem pela Luz, a sua pior prestação na primeira metade de uma temporada pelo Benfica, atual quarto posicionado, numa época bastante conturbada, com muitos casos de infeção pelo novo coronavírus.

Ao terminar a primeira volta com quatro jogos seguidos sem vencer, Jorge Jesus igualou a sua pior pontuação a meio da temporada num ‘grande’, uma vez que, em 2016/17, tinha os mesmos 34 pontos ao serviço do Sporting.

De regresso ao futebol português, Carlos Carvalhal terminou a primeira volta na terceira posição, a apenas três pontos do segundo lugar, que dá acesso direto à Liga dos Campeões, e com mais dois do que o Benfica.

A grande surpresa da época está a ser Pepa, a colocar o Paços de Ferreira a lutar pela Europa e na quinta posição, em igualdade pontual com o Benfica, tendo, como o próprio já assumiu, um saldo golos positivo (26-14) pela primeira vez na carreira.

Dos cinco estreantes na I Liga que começaram a temporada, apenas se mantêm no cargo dois, o espanhol Paco Ayestarán, no Tondela, e Luís Freire, no Nacional.

O ex-internacional português Tiago Mendes foi o primeiro a sair, deixando o Vitória de Guimarães apenas após três rondas, sendo substituído por João Henriques, que tinha deixado o Santa Clara no final da última temporada e que já colocou os vimaranenses na luta pelas taças europeias.

Após vários anos no estrangeiro, Rui Almeida estreou-se no Gil Vicente, mas não aguentou os maus resultados, assim como Mário Silva, que também foi dispensado pelo Rio Ave.

Com o decorrer da temporada, mais dois estreantes surgiram na I Liga, com César Peixoto a ‘aguentar’ apenas cinco jornadas no Moreirense, e Milton Mendes a substituir Lito Vidigal no Marítimo, como ‘interino’ desde a nona ronda.

Destaque para o regresso de Jesualdo Ferreira, o mais velho dos treinadores no ativo e tricampeão pelo FC Porto, a Portugal, para tentar salvar o Boavista.

Mesmo após uma excelente temporada na última temporada, em que falhou a Liga Europa na última jornada, João Pedro Sousa acabou por também deixar o Famalicão, a lutar pela manutenção.

Metade das equipas mudaram de treinador na primeira volta, com o Rio Ave a ter já três treinadores, com Mário Silva a começar a temporada, sendo substituído interinamente por Pedro Cunha e posteriormente por Miguel Cardoso.

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