“Somos diferentes dos nossos rivais em várias coisas”, começou por dizer, acrescentando que “não confundimos o futebol com a política nem temos relações promíscuas com nenhuma dessas actividades. Passámos os últimos 20 anos a dar tiros nos pés e é por isso que antes de começar a época uns conseguiram muitos milhões para reforçar o plantel e outros começaram sem nada”.

O presidente dos leões criticou, sobretudo, o fundo de investimento criado pelos encarnados.

“Esse fundo é vergonhoso quando se avaliam jogadores como o Javi Garcia em 17 milhões de euros e juniores que ninguém conhece em 5 milhões. Temos metade do orçamento dos nossos rivais, mas temos a cara lavada e a nossa dignidade intacta.”

O presidente do Sporting afirmou ainda que o clube tem sido prejudicado, algo que entende como resultado da euforia gerada em torno do Benfica, mas realçou que o Sporting continua forte:

“É extraordinário como ainda existe um clube com esta força e dimensão após anos e anos a brincarem connosco e a termos um tratamento diferente dos outros. A equipa tem sofrido muito desde que começou a época, pois sentiu, desde muito cedo, a pressão da onda de euforia que se formou em redor do Benfica.”

Newsletter

Receba o melhor do SAPO Desporto. Diariamente. No seu email.

Notificações

SAPO Desporto sempre consigo. Vão vir "charters" de notificações.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.