O Boavista vai avançar judicialmente com uma queixa-crime contra Yanis Hamache, que deixou os ‘axadrezados’ em 01 de setembro, após alegadas “afirmações falsas e caluniosas” publicadas hoje pelo futebolista internacional argelino.

“O atleta colocou em causa não só a honorabilidade de uma instituição centenária e dos seus dirigentes, como também de ex-colegas de equipa, ‘staff’ e equipa técnica, algo que é revelador, antes de mais, de uma enorme estultice e de uma clara ausência de honestidade - e que ajudam a explicar os motivos de não fazer parte do atual plantel”, observaram os ‘axadrezados’, em comunicado publicado no seu sítio oficial na Internet.

Contratado à segunda tentativa pelos ucranianos do Dnipro, após uma abordagem inicial fracassada, Yanis Hamache prometeu hoje explicar “até ao final da semana” a sua saída do Boavista, argumentando que o negócio foi consumado “em grande parte por causa de uma pessoa do clube”, que “não respeita os jogadores”, embora sem especificar nomes.

“Vou colocar todas as provas e mensagens com a pessoa em causa, que quebra o moral de muitos atletas do Boavista e não respeita os adeptos. Quero colocar provas de alguns jogadores que estão atualmente no clube e que estão revoltados com essa pessoa, pois não respeita as suas famílias”, referiu o defesa, que jogou duas épocas pelas ‘panteras’.

O lateral canhoto, de 23 anos, despediu-se no triunfo caseiro frente ao Santa Clara (2-1), em 14 de agosto, da segunda ronda da I Liga, e deslocou-se em jeito de despedida para junto dos adeptos ‘axadrezados’ no final do duelo, tendo deixado o relvado em lágrimas

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