Bruno de Carvalho foi dispensado de assistir às próximas sessões do julgamento do caso de Alcochete, que arrancou esta segunda-feira no Tribunal de Monsanto.

O advogado do ex-presidente do Sporting terá pedido que o julgamento se realizasse sem a presença do seu cliente, que está acusado de 44 crimes, entre os quais de terrorismo, alegando que este não tem um meio de transporte para se deslocar ao tribunal. O facto de Bruno de Carvalho ter uma ocupação profissional que que lhe toma quatro horas por dia, duas de manhã e duas à tarde, e de se encontrar "depauperado" com todo o processo foram outras das razões dadas pela defesa para pedir a dispensa do ex-dirigente leonino.

Além de Bruno de Carvalho, outros 19 arguidos foram também dispensados da próxima sessão.

O julgamento, que terá três sessões semanais até ao final de 2020 e duas em janeiro do próximo ano, realiza-se em Monsanto por "questões de logística e de segurança", apesar de pertencer ao Tribunal de Almada.

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