Manuel Machado não gostou da arbitragem de Bruno Paixão no Nacional 1-1 Rio Ave. O técnico dos insulares mostrou-se surpreendido pela expulsão de Jota, já na segunda parte. Machado comparou o árbitro Bruno Paixão ao Primeiro-ministro português Passos Coelho e ao Ministro daas Finanças, Vítor Gaspar.

Para Machado Bruno Paixão tem «uma particularidade na forma como olha para o jogo: olha para o jogo como o Vítor Gaspar olha para os números, ou como o Passos Coelho olha para a gestão deste país, tentando olhar para a aritmética sem ver aquilo que se passa na realidade».

E explicou porquê: «A questão da expulsão do Jota parece-me que é uma leitura em extremo daquilo que é a lei. O Jota vai no chão, chega na bola, há um tirar partido do jogador adversário e o árbitro entende de dar um cartão vermelho. É também preciso algum bom senso e sensibilidade na defesa do espetáculo desportivo e, no que diz respeito da segunda expulsão, parece-me que a lei tem uma leitura levada ao extremo e que podia ser profundamente evitável», afirmou Manuel Machado.

O técnico do Nacional afirmou ainda que o empate frente ao Rio Ave acaba por ser um resultado positivo para os insulares, uma vez que Marítimo e Estoril, adversários na luta por um lugar europeu, perderam os seus jogos nesta jornada.

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