A ex-candidatura independente ao Conselho Fiscal e Disciplinar nas eleições para os órgãos sociais do Sporting de 26 de Março, criticou hoje a decisão da actual direcção em não avançar com a auditoria que prometeu às contas do clube.

Aquela lista, que obteve 5.952 votos nas últimas eleições, classifica como «insuficiente» a decisão da direcção presidida por Godinho Lopes em substituir a prometida auditoria, que terá de ser de «gestão e não puramente financeira», por aquilo que designa como «uma análise à evolução do património» e acrescenta que a mesma visa «omitir toda a verdade» aos sócios do Sporting.

«Só com uma auditoria de gestão poderá ser feita uma análise aos principais negócios, como a venda dos terrenos do antigo estádio, construção do estádio e da Academia e a venda do património não desportivo», pode ler-se no comunicado daquela ex-candidatura, para a qual é fundamental identificar não só o «quê», mas também o «como» o «porquê» e o «quem» da situação do clube a «nível financeiro, patrimonial e desportivo dos últimos 16 anos».

Os responsáveis pela referida candidatura consideram que «apenas uma verdadeira auditoria» de gestão poderá «responsabilizar civil e criminalmente os anteriores dirigentes pelos danos causados ao Sporting Clube de Portugal».

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