O treinador do Rio Ave, Carlos Carvalhal, lamentou a derrota por 2-3 na receção ao Paços de Ferreira, num jogo que considerou "incaracterístico" não só pela falta de publico e por ser o primeiro após o retomar da competição, mas pelo forte vento que se fez sentir em Vila do Conde. Ainda assim, fez questão de felicitar o adversário.

"Parabéns ao Paços pela vitória neste jogo muito incaracterístico. Não tanto pela paragem no campeonato, mas pelo vento. Estava muito forte na primeira parte e condicionou o nosso jogo. Na forma como saíamos a jogar e nos lances de bola parada…Os primeiros 30 minutos foram repletos de erros. Reagimos nos últimos 15, começámos a acertar e fazemos o 1-2. Na segunda parte, a jogar contra 10, abrimos o campo e a ideia era dar largura, ter paciência, circular a bola e procurar espaços, mas o vento não permitia", lamentou.

Carvalhal apontou, depois, o dedo à forma como a a sua equipa sofreu o terceigo golo. "O Paços começou a defender muito baixo e, mais uma vez, consentimos um golo digno da Disney. Não podemos nunca sofrer um golo daqueles. Foi um duro golpe! Não desistimos, mas cometemos mais um erro inadmissível, que foi a expulsão, que é justa, do Matheus Reis", prosseguiu o treinador dos vilacondenses.

Ainda assim, para Carvalhal, a igualdade teria sido o desfecho mais justo. "Justificava-se, na minha opinião, pelo menos o empate", concluiu no 'flash interview' que se seguiu ao encontro.

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