Resolvida a rescisão amigável de Daniel Opare, o FC Porto tenta agora dar um destino aos cinco jogadores que não entram nos planos de Julen Lopetegui e que também não deverão ficar na equipa B portista.

O caso mais mediático, até pelos valores envolvidos, é o de Adrián López, que custou 11 milhões de euros por 60% do passe em 2014. O avançado espanhol nunca se conseguiu afirmar e os 'dragões' procuram recuperar parte do valor investido, admitindo porém um empréstimo com opção de compra. O Deportivo da Corunha, emblema a que Adrián esteve ligado entre 2006 e 2011, é uma forte hipótese.

Uma situação que já se arrasta há algum tempo é a do defesa-central Rolando. O jogador de origem cabo-verdiana assinou pelo FC Porto em 2008 e somou conquistas de 'dragão' ao peito, incluindo uma Liga Europa sob o comando de André Villas-Boas. No entanto, Rolando veio a perder protagonismo e acabou por ser colocado de parte. Foi emprestado a Nápoles, Inter e, na última época, Anderlecht, mas curiosamente renovou contrato antes de rumar à Bélgica. O vínculo atual dura até ao próximo verão, pelo que o FC Porto procura agora realizar algum tipo de encaixe para deixar sair o jogador.

A lista de dispensas inclui ainda Ricardo Nunes, guarda-redes que assinou pelo FC Porto em 2014. Com a chegada de Iker Casillas, a permanência de Helton e a promoção de Raúl Gudiño ao plantel principal, o antigo guardião da Académica ficou definitivamente sem espaço no plantel de Lopetegui e tem a porta de saída aberta. Héctor Quiñones, lateral colombiano de 23 anos, e o angolano Djalma, de 28, têm também autorização para encontrar clube e poderão terminar os respetivos vínculos. No caso de Djalma, a Liga turca parece estar a chamar.

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