O Benfica apresentou hoje a nova linha têxtil personalizada para esta época, com que o clube espera possa contribuir para superar o volume de negócios de 3,4 milhões de euros (ME) registado em 2009/10.

Numa apresentação com a presença dos jogadores sul-americanos Maxi Pereira, Gaitán, Sidnei e Jara, José Simão, director de "merchandising" do Benfica, disse existirem expectativas de que a nova linha trará mais proveitos a juntar aos 3,4 ME (sem a linha da marca desportiva com contrato com o clube), mas recusou-se a falar em números, sublinhando apenas que "o acréscimo está quantificado".

José Simão referiu que "a aceitação da linha" lançada no ano passado "foi muito boa", pelo que afirmou que "houve necessidade de reformular e melhorar em termos de qualidade a sua aplicação e alargar a gama de produtos que estavam alocados".

"A tendência da linha é aumentar a sua extensão e, ao longo da época, vamos ter outros produtos, como bandeiras, posters, porta-chaves, canetas", afirmou, acrescentando que "o Benfica vende mais do que os outros clubes" (Sporting e FC Porto), mesmo que existam "picos de venda" e que "os resultados não ajudem por vezes".

A linha têxtil, totalmente produzida em Portugal, tem "o grafismo e alguns pormenores de produção como as grandes novidades".

A nova colecção tem distribuição nacional e em Angola, Luxemburgo, Suíça, Estados Unidos e Canadá.

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