Hermes teve uma passagem efémera e para esquecer pelo Benfica, mas a sua vinda para as 'águias' volta, seis anos depois, a dar que falar. De acordo com a edição desta terça-feira do jornal 'Record', a vinda do lateral brasileiro, que chegou à Luz depois de terminar contrato com o Grêmio de Porto Alegre, terá contemplado ainda assim o pagamento de uma comissão de três milhões de euros ao agente Adolfo Alexandre Duarte, diretor da empresa que intermediou o negócio, a Drible - Gestão e Assessoria Desportiva, que ficou ainda com 20% dos direitos sobre uma futura transferência do jogador, mas que apenas manteve atividade por um curto período de tempo.

Hermes acabou por disputar apenas um jogo pela equipa principal do Benfica, atuando 45 minutos num empate 2-2 ante o Boavista, no Bessa, na última jornada da época de 2016/17 e mesmo pela equipa B disputou apenas cinco jogos. Acabou por se desvincular das águias em 2019, a custo zero, já depois de uma passagem, por empréstimo, pelo Cruzeiro de Belo Horizonnte. Voltou a jogar em Portugal em 2021, com as cores do Marítimo, alinhando agora, aos 27 anos, no Ponte Preta.

Segundo acrescenta o jornal 'Observador', a referida quantia paga na chegada de Hermes à Luz nunca foi declarada no Relatório e Contas do Benfica, nem foi comunicada à CMVM. O mesmo jornal acrescenta que também a contratação do avançado Cádiz ao V. Setúbal em 2020 estará a ser investigada pela Polícia Judiciária, que terá estranhado que Paulo Gonçalves, antigo assessor jurídico dos encarnados, tenha um valor de comissão pelo negócio superior àquele que os sadinos receberam pela transferência.

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