Joaquim Evangelista falava aos jornalistas no Parlamento, no final de uma audição na comissão de Educação no âmbito do debate da petição (com mais de sete mil assinaturas), entregue no início de Janeiro, a favor da introdução de novas tecnologias no futebol.

“O sindicato reconhece mérito ao processo lançado por Rui Santos, mas não compreende que a Liga Portuguesa de Futebol Profissional e a Federação Portuguesa de Futebol encabecem a petição e não tenham tomado a iniciativa, em sede própria, como era sua obrigação e competência”, disse.

Esclareceu que o sindicato "é favorável às novas tecnologias no futebol, embora com algumas reservas genéricas, mas entende que o movimento associativo [futebol] não pode, quando lhe interessa, exigir autonomia e, quando é incapaz de resolver os seus problemas, venha chamar o poder político”.

Evangelista disse ainda que o sindicato reconhece que a Assembleia da República “não tem capacidade para legislar no sentido de alterar regras do futebol”.

A petição a favor da “Verdade Desportiva”, por ter sido subscrita por mais de sete mil cidadãos, terá de ser debatida em plenário da Assembleia da República.

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