O guardião, que apesar de ter nascido em África, no Congo, nunca esteve em Angola, pode ser seleccionado pelo técnico português Manuel José por ter uma avó com nacionalidade angolana.

Carlos considera que ser internacional é “o cumprir de um sonho” e faz questão em sublinhar: “Participar numa grande competição, como é o caso da CAN, que é vista em todo mundo, foi um dos grandes motivos para aceitar este desafio”.

O jogador do Rio Ave não escondeu a mágoa por não ter tido uma oportunidade na selecção lusa. “Pelo campeonato que o Rio Ave está a fazer e pelas minhas exibições merecia uma oportunidade na selecção nacional”, afirmou.

O guarda-redes, que chegou a representar a equipa B de Portugal, recordou que foi “pré-convocado pela selecção nacional para o ultimo Mundial” e que, por isso, desperdiçou a “oportunidade” de representar Angola nesse campeonato.

O guarda-redes do Rio Ave está convocado para os particulares com o Congo, o país onde nasceu, com o Gana, nos próximos dias 14 e 18 de Novembro e deverá somar a sua primeira internacionalização A.

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