O início do julgamento do denominado ‘caso do túnel’, protagonizado pelo ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e o presidente do Arouca, Carlos Pinho, foi hoje adiado para sexta-feira, por falta de provas de notificação do arguido.

Em sessão realizada hoje no Campus de Justiça, em Lisboa, o tribunal entendeu não haver condições, nem pressupostos legais, para se iniciar o julgamento, uma vez que as provas de depósito, que garantem a regular notificação do arguido, não chegaram a tempo da sessão.

Carlos Pinho acusa Bruno de Carvalho da prática de dois crimes de injúria e um crime de difamação.

Os factos remontam a 06 novembro de 2016, data da vitória do Sporting sobre o Arouca (3-0), na 10.ª jornada da I Liga portuguesa de 2016/17, após a qual Bruno de Carvalho e Carlos Pinho se desentenderam na zona dos balneários do Estádio José Alvalade.

O Arouca acusou Bruno de Carvalho de ter cuspido na cara de Carlos Pinho, enquanto o Sporting refutou a acusação e disse que o líder do clube visitante tentou agredir o ex-presidente 'leonino'.

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