Depois da derrota inequívoca em Lyon, para a Liga dos Campeões, o Benfica tinha um teste complicado em Portimão. Sem Coentrão, um dos jogadores em melhor forma na equipa de Jorge Jesus, os encarnados foram inicialmente surpreendidos por um Portimonense muito afoito.

Os algarvios mostraram desde cedo que não iam facilitar a tarefa aos campeões nacionais. No entanto, o ímpeto inicial foi gradualmente controlado pelo Benfica, mas sem conseguir impor um domínio claro do encontro.

Assim, face à ausência de uma dinâmica ofensiva envolvente e acutilante, o perigo acabou por nascer da retaguarda, com os centrais David Luiz e Luisão a ameaçarem regularmente Ventura. Aos esforços dos dois defesas do Benfica, o guardião do Portimonense respondeu sempre a grande nível e com classe.

Foi pelo guardião algarvio que o nulo resistiu até ao intervalo, mas aos 49 minutos Javi García furou a muralha na baliza do Portimonense. O médio espanhol aproveitou um livre executado por Carlos Martins e subiu mais alto para cabecear para o golo do Benfica.

O tento do espanhol serenou um pouco a equipa de Jorge Jesus, que passou a criar mais ocasiões de golo, mas sem que Kardec e posteriormente Jara (entrou para o lugar de Carlos Martins) conseguissem converter em golo.

Por outro lado, o Portimonense quase não incomodou Roberto, à excepção de um remate de Candeias, a obrigar o guardião espanhol a aplicar-se. Roberto acabou por ser bem sucedido e manteve assim a baliza inviolável pelo quarto jogo consecutivo, naquela que foi também a quarta vitória seguida no campeonato.

Com este resultado, o Benfica isola-se no segundo lugar e fica a quatro pontos do líder FC Porto, que recebe esta segunda-feira a União de Leiria no estádio do Dragão.

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