Depois de uma pré-época positiva, com apenas uma derrota em oito jogos, o emblema de Olhão joga domingo na Figueira da Foz, no jogo que marca o regresso dos algarvios ao escalão maior do futebol nacional, 34 anos depois da última presença (15.º lugar em 1974/75).

“Analisando aquilo que a equipa fez na pré-época, a personalidade e a qualidade de jogo que evidenciou, parece-me que está perfeitamente preparada para o início de campeonato”, sublinhou Jorge Costa.

O técnico sabe, porém, que a boa pré-época dá confiança, mas não dá pontos, avisando que o campeonato é outra realidade.

Depois de uma temporada positiva que valeu a vitória na Liga de Honra e a consequente subida de divisão, o Olhanense vai ter de se adaptar a uma nova realidade.

“É diferente. Tem um nível competitivo mais elevado, não há muito espaço para cometer erros. Sabemos que, para quem anda na Liga, um erro pode ser fatal”, comentou Jorge Costa.

Quanto ao primeiro adversário, o treinador do Olhanense diz que a Naval “é uma boa equipa, com muita qualidade e com um técnico que já trabalha há algum tempo, o que permite ter processos já definidos”.

E nem mesmo as seis ausências (João Gonçalves e Djalmir lesionados, Rui Duarte e Toy castigados e Éder Baiano e Greg sem certificado internacional) retiram confiança.

“Não será por isso que não faremos um bom jogo. Nesta fase inicial, é fundamental para qualquer equipa entrar a ganhar, somar três pontos e elevar os níveis de confiança. Nós não fugimos à regra”, finalizou Jorge Costa.

O jogo entre a Naval 1.º de Maio e o Olhanense, da ronda inaugural da Liga portuguesa, está marcado para domingo, às 16:00, no Estádio Municipal José Bento Pessoa, na Figueira da Foz, com arbitragem de Paulo Costa (Porto).

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