"Toda a equipa tinha grande confiança naquele jogador, era a referência maior, por isso é natural que haja alguma falta de rotina no sector", admitiu o técnico.

José Mota revelou que os matosinhenses procuram um médio com características defensivas para substituir Bruno China, transferido para os espanhóis do Maiorca, mas disse ter total confiança no desempenho de Trombetta, que chegou esta época ao clube, rotulado de defesa central.

"Não é por obra e graça do Espírito Santo que vai jogar, mas porque tem tido bons apontamentos", afirmou.

José Mota comparou mesmo o conjunto nortenho a um "menino pobre" que tem de ser "mais esperto" e "mais dinâmico" perante as dificuldades do que um "menino rico".

O treinador considerou também que o Leixões "não foi inferior" aos adversários nas duas primeiras rondas do campeonato – Belenenses (0-0) e Marítimo (0-1) –, mas mostrou-se "apreensivo" com as "desconcentrações" da equipa, especialmente na segunda parte do desafio com os insulares.

"Temos de ser rigorosos, perceber que o adversário vai ter um bloco mais na expectativa. É importante termos uma boa posse de bola e níveis de concentração elevados", resumiu.

Relativamente ao último reforço, o vietnamita Le Cong Vihn, José Mota frisou que o avançado tem mostrado "bons apontamentos", mas que ainda atravessa um período de adaptação.

O encontro entre Leixões e Rio Ave, da terceira jornada da Liga portuguesa de futebol, está agendado para as 17:00 de domingo, no Estádio do Mar, em Matosinhos, e será arbitrado pelo portuense Rui Costa.

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