O treinador do Beira-Mar afasta a pressão de ter de vencer a Naval 1.º de Maio, mas quer “aumentar a distância para um adversário directo na luta pela manutenção”, domingo, na nona jornada da Liga de futebol.

Na tabela, o Beira-Mar segue no 12.º lugar, com oito pontos, enquanto a Naval 1.º de Maio, que trocou Victor Zvunka por Rogério Gonçalves, é 15.ª e penúltima, com quatro, mas já ganhou fora (1-0 ao Portimonense).

“Em termos de jogo, este adversário alterou a sua forma de estar, praticando um futebol mais circulado”, acrescentou, sublinhando:

“A jogar em casa, temos de fazer valer a nossa qualidade”.

Jardim lamentou o facto de ter apenas uma vitória para o campeonato, mas garante que o problema está na falta de eficácia:

“Não fomos inferiores a nenhum adversário, excepto na derrota com o FC Porto”, no Dragão, à segunda jornada.

“Se estamos quatro pontos acima da linha de água não é por falta de qualidade em termos de construção de futebol. A nossa forma de jogar aumenta-nos a auto-estima e dá-nos alento”, garantiu.

Se vencer a Naval, o Beira-Mar alcança a vitória 200 na Liga, que persegue desde o triunfo 199, face à Académica (2-1), à terceira jornada, mas o treinador desvaloriza.

“Pode ser um fator de motivação extra, mas temos é de estar motivados por representar o Beira-Mar e por pertencer à elite do futebol nacional”, frisou.

Leonardo Jardim falou sobre as expectativas da direcção após a demissão do presidente Mário Costa:

“Esta direcção não nos pediu nada de especial, apenas que continuemos a ser profissionais até ao período de novas decisões no clube”.

O Beira-Mar defronta a Naval 1.º de Maio domingo, a partir das 16h00, no Estádio Municipal de Aveiro, numa partida que será apitada por Jorge Ferreira (Braga).

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