A Comissão de Instrução e Inquéritos (CII) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) anunciou esta quarta-feira o arquivamento do processo de inquérito levantado sobre as denúncias de Bruno de Carvalho de ofertas de vouchers pelo Benfica a árbitros e delegados.

Na entrevista ao programa Prolongamento, da TVI24, o presidente do Sporting tinha acusado o Benfica de oferecer vouchers com jantares a árbitros e delegados, considerando que o clube da Luz devia ser punido pelas instâncias desportivas.

Entre os vários argumentos invocados pela CII para justificar o seu entendimento nesta matéria sobressai o ponto 11 do comunicado do organismo: "Conclui-se, por estas várias razões, que a oferta sub judice ingressa no conceito de ofertas de mera cortesia, lembrança entregue por ocasião dos jogos (sempre no final dos mesmos e sempre na presença de delegados da LPFP) a todos os agentes de arbitragem e delegados da LPFP intervenientes, de modo generalizado e indiferenciado e admitido na regulação desportiva vigente".

Por outro lado, o organismo decidiu também arquivar a participação do Benfica contra as declarações de Bruno de Carvalho, por considerar que estas não violam a "dignidade disciplinar" e que visaram apenas "o esclarecimento" pela "justiça desportiva".

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