O treinador do Arouca, Lito Vidigal, defendeu hoje a implementação de novas tecnologias na arbitragem, depois da polémica na partida com o Nacional (2-2), da 15.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

No sábado, o Nacional fez o golo do empate nos instantes finais, num lance em que a equipa técnica e jogadores do Arouca defendem que a bola não passou a linha de golo.

"Temos tido jogos com casos difíceis de analisar e temos sido um pouco prejudicados, mas não me parece que há intenção dos árbitros. Não há necessidade dos árbitros terem uma pressão tão grande para avaliar esses lances. Está na altura de incluir tecnologia na arbitragem", defendeu o treinador do Arouca.

Lito Vidigal deu como exemplo os elementos da sua própria equipa técnica que, estando no banco de suplentes, se apoiam nas novas tecnologias e "numa fração de segundos" percebem se o árbitro tomou ou não uma decisão errada.

"Se é isenção que estamos à procura, é por aí que temos de caminhar. E não estou a olhar só para as equipas, olho para os árbitros que saem prejudicados pelas decisões erradas que tomam", afirmou.

O Arouca, oitavo classificado com 20 pontos, recebe na quarta-feira o Estoril-Praia, 11.º classificado com 17 pontos, e o treinador reafirma que "o primeiro pensamento do Arouca é vencer", face a um adversário "difícil e com qualidade".

Ainda sem contar com Mateus nem Wagner, dois reforços do 'mercado de inverno', por falta dos certificados internacionais, Lito Vidigal não conta ainda com Zequinha, expulso na Madeira, já depois do final do jogo.

"Não sei o que se passou. Ele diz que não fez nada e eu fico limitado nas opções", lamentou.

O Arouca-Estoril tem início marcado para as 16:00 de quarta-feira, no Estádio Municipal de Arouca, com arbitragem do portuense Artur Soares Dias.

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